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O congresso nacional na noite dessa terça feira (28) atentou contra a sociedade, dando um verdadeiro golpe no povo, derrubando o decreto presidencial 8243, com argumentos torpes, como por exemplo, que os conselhos irão substituir o congresso ou ainda que vai criar conselhos comunais.

Por Joana Tavares da Página do MST

Kettely Lorrany da Silva, de Goiás, tem oito anos. Ela precisa sair de casa todo dia às 11h30 para chegar na escola às 13:00. O mineiro Caio César tem onze anos. Ele já perdeu aula muitas vezes  porque o ônibus que leva as crianças para a cidade estava estragado.

 Em novembro do ano passado o  deputado federal  Luiz Carlos Heinze (PP-RS)  estimulou  em audiência publica  no município de  Vicente Dutra, o uso de violência contra indígenas e quilombolas o deputado também discriminou homossexuais em sua fala, o Movimento dos Pequenos Agricultores, repudia a ação desse deputado  e de toda a bancada ruralista que trabalha em função de uma minoria burguesa e de um modelo de produção insustentável e predador.

A tarde do dia de hoje (12-02)  o vermelho das bandeiras, bonés e os gritos por justiça pintaram a capital brasileira, onde mais de 15 mil delegados e delegadas do MST de todo Brasil seguiram em marcha do ginásio Nilson Nelson  onde realizam seu VI congresso Nacional, rumo q explana dos ministérios a marcha também passou pela embaixada norte americana onde denunciaram os abusos imperialistas dos EUA.

Carta ao VI Congresso do MST

Saudamos os companheiros e as companheiras do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra pela realização do VI Congresso, marcado pela necessidade de reinserção da luta pela Reforma Agrária na agenda política do país.

Por Marina dos Santos* Da Carta Capital

Assim como muitas ocupações de terras, o Movimento Sem Terra nasceu ao final de uma longa noite escura. A alvorada das greves operárias, da campanha pela Anistia geral e irrestrita, os novos movimentos sociais urbanos e as Diretas-Já que encerravam a ditadura militar, permitiu também a retomada da luta pela terra e pela reforma agrária no Brasil.

Com a articulação do MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores) e o apoio do PVP (Projeto Vidas Paralelas) se realizou a II Oficina de Cultura digital no território do Polo Gesseiro no sertão do Araripe Pernambucano, a mesma que é parte de um projeto da UNB (Universidade de Brasília) que tem como objetivo da visibilidade as lutas nos mais distintos territórios no âmbito nacional. As oficinas do Sertão do Araripe têm como foco a questão do gesso e suas implicações ambientais, econômicas, sócias e culturais.

Organizado pelo MPA entre os dias  18 a 21 de fevereiro , o seminário “ dinâmicas e perspectivas do campesinato  no Brasil do século XXII” reunirá em Brasília  cerca  cinqüenta  militantes e dirigentes de movimentos camponeses, professores e intelectuais do Brasil e do exterior  que debateram  temas em torno do campesinato  e a sua conformação como sujeito social frente a sociedade  contemporânea.

Um enorme acampamento se ergue em meio a capital Brasileira,  feiras, musica, verso e prosa acompanham  os  cerca de 15 mil delegados e delegadas  do Movimento dos Trabalhadores sem Terra iniciam hoje (10-02) o seu VI congresso que no marco dos trinta anos do MST que  vem reafirmar a necessidade da reforma agrária popular  com  uma das  ações fundamentais para  a transformação social  nos campos e cidades do Brasil.

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