Sementes MPAMPA familiaMPA mae e filho

A nacionalização do Programa Camponês, implantado em 2013 no Estado do Rio Grande do Sul, voltou a ser discutida entre representantes de movimentos que integram a Via Campesina – Movimento das Mulheres Camponesas (MMC), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) –, Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), Federação Única dos Petroleiros (FUP) e Federação dos Trabalhadores Metalúrgicos (FTM), nesta terça-feira (1º), em Porto Alegre.

A agenda é só uma: precarizar o emprego e reduzir os salários, expropriando os salários para que se amplie a mais-valia absoluta.

O trabalho é o centro da política. Não tanto porque o trabalho determine a política, como devia, mas antes porque a política quer determinar o trabalho e toma essa como uma tarefa prioritária na engenharia social dos nossos tempos.

Largamente utilizados na agricultura, os agrotóxicos combatem as pragas que costumam destruir as plantações. Porém, também trazem diversos danos ao meio ambiente, animais e seres humanos. Esses pesticidas tem efeito cumulativo no organismo e, em longo prazo, podem provocar o desenvolvimento de doenças como o câncer.

Dezenas de movimentos sociais fizeram hoje (31), na Praça da Sé, no centro da capital paulista, ato organizado pela Central de Movimentos Populares (CMP) contra o avanço do conservadorismo político e em defesa dos direitos dos trabalhadores e dos direitos humanos. A atividade também manifestou-se contra a terceirização, a redução da maioridade penal, pela manutenção dos programas sociais e contra o financiamento empresarial de campanhas eleitorais. Segundo os organizadores, a manifestação – que ocupou grande parte da praça em frente à catedral – reuniu cerca de cinco mil pessoas. A polícia não fez uma estimativa dos presentes.

Neste último sábado, 30 de maio de 2015, a Cooperativa Mista de Produção, Industrialização e Comercialização de Biocombustíveis e Produtos Agropecuários do Sul do Brasil, a OESTEBIO, completou seu 8º aniversário. Nesta mesma data também foi realizada a eleição do novo Conselho Administrativo que estará à frente da direção da cooperativa para este próximo período, bem como, foi realizado um Ato Comemorativo seguido de uma confraternização. O evento que aconteceu na sede da comunidade Bela Vista das Flores, município de São Miguel do Oeste, próximo as instalações da OESTEBIO, contou com a presença de autoridades da região do extremo-oeste catarinense, bem como, camponeses e associados da cooperativa vindos de todo o Estado.

Realizada na quadra poliesportiva Américo Vilela na noite de sexta-feira (29/maio) na cidade de Vila Valério, a inauguração contou com a participação das famílias beneficiadas, representantes do poder público municipal, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São Gabriel da Palha e Vila Valério, APAGEES, Coopsate, Conjunto Familiar de Agostinho Partelli militantes de outros municípios e liderança nacional do movimento e das famílias beneficiadas.

95% da soja e mais de 80% do milho vêm de sementes transgênicas e são transformados em derivados; e é difícil detectar origem transgênica acima de 1% nos produtos.

“Sabe você o que é o amor? Não sabe, eu sei / Sabe o que é um trovador? Não sabe, eu sei”. São tantas as arruelas neste planeta, que sempre uns saberão e outros não. Poucos, por exemplo, saberiam combinar tão bem música e versos como fizeram Carlos Lyra e Vinícius de Moraes para a peça “Pobre Menina Rica”, de 1965.

 

"Eu viro carranca é hoje! Para defender o Velho Chico", é grito de ordem do grupo de pescadores, agricultores, indígenas, povo de terreiro, quilombolas e ribeirinhos ligados ao Movimento dos Pequenos Agricultores - MPA, ao Movimento dos Pescadores e Pescadoras Artesanais - MPP e  a Comissão Pastoral dos Pescadores - CPP, hoje, 28, na Cidade de Paulo Afonso -BA demonstrado sua indignação com a falta de responsabilidade do Comité da Bacia do Rio São Francisco que está deixando de cumprir seu papel diante do descaso e problemáticas vivenciadas pelo Rio e o povo camponês trabalhador que dele depende e cuida.

Manifestações, paralisações, ocupações de terra e de prédios públicos, travamentos de avenidas e rodovias ocorrem nesta sexta-feira (29) em todo o país como parte das mobilizações iniciadas em março, em defesa dos direitos sociais e da democracia e em protesto contra as Medidas Provisórias 664 e 665, o ajuste fiscal e, com mais ênfase, contra o Projeto de Lei 4.330, de 2004, que libera a terceirização em todas atividades realizadas pelas empresas. O PL aprovado na Câmara tramita agora no Senado com o nome de PLC 30. “Nós precisamos dar um basta nisso. E dar condições para que a agenda vitoriosa que foi eleita com a presidenta Dilma seja aplicada no Brasil”, afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas.

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