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Formação de lobby, manipulação de pesquisas científicas, danos ao meio ambiente e à saúde e prejuízo aos agricultores são algumas das acusações que fazem com que a Monsanto tenha sido classificada como a empresa mais temida da América pela revista Fortune. Até mesmo os que não conhecem pelo nome certamente já fizeram uso de alguns dos alimentos geneticamente modificados produzidos, vendidos e popularizados por ela. Este ano, a Marcha Mundial contra a Monsanto será realizada no dia 23 de maio e promete levar pessoas do mundo inteiro às ruas para protestar contra suas práticas. Saiba por quê.

 

Durante a ditadura militar chilena (1973 – 1990), as mulheres dos subúrbios de Santiago se utilizaram de um afazer cotidiano para criar uma ferramenta de resistência.Conhecidas como arpilleras, os bordados foram uma das principais formas de denúncia da repressão sofrida durante o regime comandado pelo general Augusto Pinochet, no Brasil, esta técnica foi resgatada há dois anos para contribuir com a organização das mulheres atingidas, vítimas de uma série de violações de direitos humanos.

Nosso sistema alimentar está em colapso. As pessoas não confiam nos alimentos que comem e sequer sabem quem os plantou. Milhões de agricultores estão pobres e muitos passam fome. A comida que comemos está nos deixando mal nutridos ou obesos – ou ambos. Quase um bilhão de pessoas vai dormir com fome todos os dias, apesar de o mundo produzir comida suficiente para alimentar todos os sete bilhões de habitantes do planeta. Atualmente, cerca de um bilhão de pessoas está com sobrepeso, enquanto 30% dos alimentos do mundo são desperdiçados.

O objetivo é conscientizar sobre os riscos dos produtos químicos e a forma de reduzi-los. Com a ajuda de uma nova cartilha desenvolvida pela FAO e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), os agentes de extensão agrícola na África e em outros lugares vão poder trabalhar com as comunidades rurais para reduzir a exposição de crianças aos pesticidas tóxicos usados na agricultura.

O Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT) processou as multinacionais Basf, Du Pont, Monsanto, Nufarm, Syngenta, Adama, Nortox e FMC por expor trabalhadores a risco de contaminação por agrotóxico. As companhias são acusadas de serem coniventes com o manuseio e descarte inadequado das embalagens dos produtos pela Associação dos Engenheiros Agrônomos de Sapezal (Aeasa) e pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev). No processo, o MPT pede a condenação das empresas em R$ 50 milhões por danos morais coletivos.

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